O Sol nasce
Não pense,
Labore!
Ouça, conduza, oriente.
Não pense.
A noite cresce
Não pense,
Labore!
Observe, toque, procure.
Não pense.
A madrugada morre
Não pense,
Labore!
Conclua, despeça, dispense.
Não pense.
Recomece!
Assuntos diversos, escolhidos a meu bel prazer. Sem compromisso nenhum, nem mesmo com a moral e os bons costumes.
sábado, 26 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Oração
Rezo ao universo
Rezo ao cosmo
Não rezo para o bem
Tampouco para o mal
Rezo para os justos
Rezo para os injustos
Não rezo pelo sucesso
tampouco pela ruína
Rezo pelas conseqüências
Que pague o preço das escolhas
Que receba o que merece
Rezo ao cosmo
Não rezo para o bem
Tampouco para o mal
Rezo para os justos
Rezo para os injustos
Não rezo pelo sucesso
tampouco pela ruína
Rezo pelas conseqüências
Que pague o preço das escolhas
Que receba o que merece
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Miragem
O muro das lamentações,
meu mundo inferior dos desesperos.
Assim tenho tratado este espaço. Por vezes registro também minha felicidade. Mas a felicidade não é minha maior inspiração.
As ultimas postagens tiveram todas condições propicias para existir. Uma leve tristeza, tempo sozinho e sempre boa música que acompanha cada criação
Gostaria de escrever sobre alegria, não será agora. Mas não estou triste.
Eu sempre vou me destruir pelo meu excesso de sinceridade, as vezes demoro a falar mas falo. Não suporto quem não o é.
Por que me trata de uma maneira se me quer de outra?
Não iluda. Para alguns, eu incluso, viver na ilusão é o décimo circulo do inferno.
meu mundo inferior dos desesperos.
Assim tenho tratado este espaço. Por vezes registro também minha felicidade. Mas a felicidade não é minha maior inspiração.
As ultimas postagens tiveram todas condições propicias para existir. Uma leve tristeza, tempo sozinho e sempre boa música que acompanha cada criação
Gostaria de escrever sobre alegria, não será agora. Mas não estou triste.
Eu sempre vou me destruir pelo meu excesso de sinceridade, as vezes demoro a falar mas falo. Não suporto quem não o é.
Por que me trata de uma maneira se me quer de outra?
Não iluda. Para alguns, eu incluso, viver na ilusão é o décimo circulo do inferno.
Marcas
Sob o solar,
Não te livrarás do mal.
Dias lhe pervertem.
Sob o luar,
Não te livrarás do mal!
Noites lhe corrompem.
Sob o eclipse,
Não te livrarás do mal!
Trevas lhe seduzem.
Sob nenhum teto,
Não te livrarás do mal!
O mal está em ti.
Não te livrarás do mal.
Dias lhe pervertem.
Sob o luar,
Não te livrarás do mal!
Noites lhe corrompem.
Sob o eclipse,
Não te livrarás do mal!
Trevas lhe seduzem.
Sob nenhum teto,
Não te livrarás do mal!
O mal está em ti.
Repulsa
Raiva me alimenta,
Ódio me aquece,
Fúria me apetece.
Cólera que fomenta
Ira que incita
Sanha maldita
Ergue-te mais alto
Queima mais forte
Está vivo
Ódio me aquece,
Fúria me apetece.
Cólera que fomenta
Ira que incita
Sanha maldita
Ergue-te mais alto
Queima mais forte
Está vivo
domingo, 13 de maio de 2012
Saudosismo
Não vinha à casa de meus pais há algum tempo, meses. Esta vista me deixou extremamente saudosista, encontrei objetos, mensagens que me remetem a diversas fases de minha vida. Que moldaram muito do que me tornei.
Destas várias pessoas que passaram, hoje tenho contato com poucos. Amigos que convivi intensamente e que hoje não mais vejo. A vida nos levou em direções opostas.
O carinho é eterno. Este não se modificou nem sequer por um dia.
Tempos aureus de uma época que não voltará. Época que não quero esquecer. Uma época que quero somar às que virão.
Destas várias pessoas que passaram, hoje tenho contato com poucos. Amigos que convivi intensamente e que hoje não mais vejo. A vida nos levou em direções opostas.
O carinho é eterno. Este não se modificou nem sequer por um dia.
Tempos aureus de uma época que não voltará. Época que não quero esquecer. Uma época que quero somar às que virão.
sábado, 19 de março de 2011
Dualidade
O mundo é dicotômico.
Só existe o masoquista com as mãos do sádico,
Só existe o desgosto com as mãos do carrasco.
Age, reage,
Reflete.
O sofrimento que mais se sofre é aquele que te causo
Só existe o masoquista com as mãos do sádico,
Só existe o desgosto com as mãos do carrasco.
Age, reage,
Reflete.
O sofrimento que mais se sofre é aquele que te causo
domingo, 13 de março de 2011
Livros e Música
Não gosto do Carnaval. Nunca gostei.
Não gosto de Axé, apesar de já ter dançado a seu som. Não gosto de aglomerações, apesar de por vezes querer frequentá-las. Não gosto de assistir o desfile das escolas de samba na tv, apesar de querer um dia assistir ao vivo. Mas principalmente não gosto da hipocrisia do carnaval, os 5 dias da festa da carne onde tudo é permitido sobrando 360 dias de falso moralismo, apesar deste não ser o tema desta postagem.
Meu plano era viajar, não deu certo.
Meu plano então era montar um plano e ir para casa.
Não queria (como não quis e no momento em que escrevo não quero) "pular carnaval". Precisava (precisei e no momento não se se preciso) me desligar do mundo.
Viajando ou não, o plano era relaxar. Mas como adaptar minah necessidade ao novo roteiro para o feriado?
Recebi sugestões de alguns amigos amigos, e alguns não tão amigos, nem todas para especificamente o carnaval, mas as duas principais são aqui transcritas.
Para fugir do Axé, fones de ouvido.
Para fugir dos problemas, ler Stephen King.
Interlúdio - Minha casa
Aos que já visitaram minha casa, a casa que passei minha infância, a casa que ainda não deixei partindo para aquela que efetivamente será minha, a estes que relembrem e aos outros que imaginem, que mesmo sendo localizada em uma rua tranquila. São dois pavimentos, meu quarto o único do segundo andar, de frente para a rua. O som das festas na cidade pode ser ouvido de alguns pontos da casa claramente. Os comodos abençoados (?) com esta acustica são os banheiros e meu quarto.
Tinha obstáculos. Meu celular que no momento é meu único tocador de MP3 estava sem cartão de memória. Sobrava o velho Discman, que por mais brega que pareça é esse o nome na tampa. Mas ouvir o que na era digital, onde arrumar cds de meu agrado no sábado a noite? Fui aos cds de coleções de jornais e revistas que meu pai tinha. Escolhi música clássica. Alguns ainda em embalagens plásticas, ninguém nem toca naqueles cds. Nunca tive o hábito de ouvir música clássica, conheço um pouco de Dvorak, Richard Wagner ou ainda Bethovem.
Escolhi Wolfgang Amadeu Mozart, Frédéric Chopin e Nikolay Rimsky-Korsakov.
E assim passei minhas madrugadas carnavalescas. Não li Stephen King. Terminei de ler "O Restarante no final do universo" de Douglas Adams e comecei e terminei "A estrada da noite" de Joe Hill, que descobri depois ser filho de King.
Tudo isso apenas para dizer que, na segunda-feira de carnaval, fugindo do som de fora, escutando o terceiro cd, Korsakov no caso, e em companhia apenas de meu livro percebi que estava feliz. E ri de mim mesmo e da simplicidade daquilo. Enquanto muitos, se não a maioria, procurava se divertir embalados a outras canções e empenhados em outras ações, eu estava ali, feliz.
Feliz por estar fazendo algo que se mostrou muito prazeroso. Algo que isto foi o máximo que tento explicar. Vi que não preciso fazer o que a esmagadora maioria fazia pra ser feliz, e mesmo que por aquele instante, me senti feliz.
Vi que, mesmo com improvisos em meu plano, sabendo que aquela era a melhor situação possíel, que estava com as melhores companhias disponíveis, podia desfrutar e muito delas.
A intenção é apenas o relato. Não é receita de felicidade ou afirmação de que serei feliz daqui em diante. Não. Queria apenas descrever o ocorrido e os eventos que levaram à ele.
Continuarei lendo meus livros.
Quanto à música clássica, foi ótima naquele momento, talvez continue ouvindo-a, talvez ouça outra coisa, isso não posso precisar. A ouvirei novamente quando tiver vontade.
Não gosto de Axé, apesar de já ter dançado a seu som. Não gosto de aglomerações, apesar de por vezes querer frequentá-las. Não gosto de assistir o desfile das escolas de samba na tv, apesar de querer um dia assistir ao vivo. Mas principalmente não gosto da hipocrisia do carnaval, os 5 dias da festa da carne onde tudo é permitido sobrando 360 dias de falso moralismo, apesar deste não ser o tema desta postagem.
Meu plano era viajar, não deu certo.
Meu plano então era montar um plano e ir para casa.
Não queria (como não quis e no momento em que escrevo não quero) "pular carnaval". Precisava (precisei e no momento não se se preciso) me desligar do mundo.
Viajando ou não, o plano era relaxar. Mas como adaptar minah necessidade ao novo roteiro para o feriado?
Recebi sugestões de alguns amigos amigos, e alguns não tão amigos, nem todas para especificamente o carnaval, mas as duas principais são aqui transcritas.
Para fugir do Axé, fones de ouvido.
Para fugir dos problemas, ler Stephen King.
Interlúdio - Minha casa
Aos que já visitaram minha casa, a casa que passei minha infância, a casa que ainda não deixei partindo para aquela que efetivamente será minha, a estes que relembrem e aos outros que imaginem, que mesmo sendo localizada em uma rua tranquila. São dois pavimentos, meu quarto o único do segundo andar, de frente para a rua. O som das festas na cidade pode ser ouvido de alguns pontos da casa claramente. Os comodos abençoados (?) com esta acustica são os banheiros e meu quarto.
Tinha obstáculos. Meu celular que no momento é meu único tocador de MP3 estava sem cartão de memória. Sobrava o velho Discman, que por mais brega que pareça é esse o nome na tampa. Mas ouvir o que na era digital, onde arrumar cds de meu agrado no sábado a noite? Fui aos cds de coleções de jornais e revistas que meu pai tinha. Escolhi música clássica. Alguns ainda em embalagens plásticas, ninguém nem toca naqueles cds. Nunca tive o hábito de ouvir música clássica, conheço um pouco de Dvorak, Richard Wagner ou ainda Bethovem.
Escolhi Wolfgang Amadeu Mozart, Frédéric Chopin e Nikolay Rimsky-Korsakov.
E assim passei minhas madrugadas carnavalescas. Não li Stephen King. Terminei de ler "O Restarante no final do universo" de Douglas Adams e comecei e terminei "A estrada da noite" de Joe Hill, que descobri depois ser filho de King.
Tudo isso apenas para dizer que, na segunda-feira de carnaval, fugindo do som de fora, escutando o terceiro cd, Korsakov no caso, e em companhia apenas de meu livro percebi que estava feliz. E ri de mim mesmo e da simplicidade daquilo. Enquanto muitos, se não a maioria, procurava se divertir embalados a outras canções e empenhados em outras ações, eu estava ali, feliz.
Feliz por estar fazendo algo que se mostrou muito prazeroso. Algo que isto foi o máximo que tento explicar. Vi que não preciso fazer o que a esmagadora maioria fazia pra ser feliz, e mesmo que por aquele instante, me senti feliz.
Vi que, mesmo com improvisos em meu plano, sabendo que aquela era a melhor situação possíel, que estava com as melhores companhias disponíveis, podia desfrutar e muito delas.
A intenção é apenas o relato. Não é receita de felicidade ou afirmação de que serei feliz daqui em diante. Não. Queria apenas descrever o ocorrido e os eventos que levaram à ele.
Continuarei lendo meus livros.
Quanto à música clássica, foi ótima naquele momento, talvez continue ouvindo-a, talvez ouça outra coisa, isso não posso precisar. A ouvirei novamente quando tiver vontade.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Chuva
Eu devia comprar um daqueles galos do tempo.
Hora de ir pra casa dos meus pais, olho o céu e penso, vai chover, espero que não agora. Descendo o morro, sinto gotas, o que faço? Volto? Não. Vamos em frente, dá tempo, ainda não está chovendo.
Meu destino estava próximo quando começa a chover mais, e mais. Imaginem muita chuva, e depois o triplo disto. Poças enormes pelo chão e carros jogando MUITA água nos pedestres. E imaginem agora eu no meio disso tudo.
O que levar a partir desta experiência?
- Levar um guarda chuva quando achar que pode chover.
- Xingar mais os carros.
- Não achar que vai dar tempo, não dá.
Bem, no fim, a única coisa boa é que de baixo de tanta chuva, eu devia estar sexy, camiseta branca e calça jeans molhados, cabelo molhado e aquele olhar de "a água está batendo no meu rosto". Com um galinho do tempo isto não aconteceria.
Hawt!
PS: Não vou colocar imagem de camiseta molhada aqui, esse é um blog sério (?). Fica a carta clow "The Rain".
Hora de ir pra casa dos meus pais, olho o céu e penso, vai chover, espero que não agora. Descendo o morro, sinto gotas, o que faço? Volto? Não. Vamos em frente, dá tempo, ainda não está chovendo.
Meu destino estava próximo quando começa a chover mais, e mais. Imaginem muita chuva, e depois o triplo disto. Poças enormes pelo chão e carros jogando MUITA água nos pedestres. E imaginem agora eu no meio disso tudo.
O que levar a partir desta experiência?
- Levar um guarda chuva quando achar que pode chover.
- Xingar mais os carros.
- Não achar que vai dar tempo, não dá.
Bem, no fim, a única coisa boa é que de baixo de tanta chuva, eu devia estar sexy, camiseta branca e calça jeans molhados, cabelo molhado e aquele olhar de "a água está batendo no meu rosto". Com um galinho do tempo isto não aconteceria.
Hawt!
PS: Não vou colocar imagem de camiseta molhada aqui, esse é um blog sério (?). Fica a carta clow "The Rain".
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Tolerância?
Minha fase de 13-14 anos moldou muito do que sou hoje. Muito mesmo. Fiquei mais extrovertido nessa época, e olha que ainda sou muito tímido. Mas não é disso que quero falar.
Nessa época, uma colega de escola arrumou um namorado, e volta e meia eu ouvia uma histórias de que ela estava sendo traída. Nessa mesma época ouvi um sábio conselho: "Não se meta". E a explicação "você conta, a pessoa vai tirar satisfação com o namorado(a), ele(a) enrola a pessoa, e no fim você que fica de mal na história." Se a pessoa corneada for do sexo oposto, é sempre por que você está fazendo intriga por que quer "pegar" esta pessoa. Se for do mesmo sexo, você quer é o corneador.
Isso todos estamos familiarizados. Mas apenas com o tempo que entendi as reais implicações disto. O apaixonado fica trouxa. Alguns mais, outros menos. Mas ficam trouxas. E nisto não vêem nem o óbvio.
Tenho alguns amigos em relacionamentos que, eu de minha visão de espectador, considero falidos. Normalmente eu sigo este conselho, sábio conselho, e fico calado. Mas ultimamente tenho visto tanto, que não consigo ficar calado. E eu me sinto mal por isso.
Já me falaram que eu só falo o que falo, por que eu falo pra essas pessoas na cara que são trouxas, que não devem aguentar certas situações, que lhes falta amor prórpio, porque eu nunca tive um grande amor. Realmente, nunca tive um grande amor arrebatador de montanhas e capaz de abrir os mares, mas eu venho pensando que, se isto que vejo nessas pessoas em particular for este amor, prefiro ficar sozinho. Por que quando ouço o "você vai se apaixonar e entender" é quase como se me desejassem um "você vai sofrer".
Onde está escrito que amor é sofrimento, excluindo claro aqueles romances românticos?
Eu não quero sofrimento pra mim. Mas algum casal não briga, perguntam-me? Sim brigam, mas uma discussão com respeito é até saudável, perdido o respeito, perdeu-se tudo.
Eu veementemente acredito que, o dia que eu perder o respeito por alguém, eu não preciso mais dessa pessoa nem pra limpar o chão onde piso.
E essa tem sido minha crise, pois eu sempre fui reservado e nunca me foi fácil demonstrar sentimentos. Será que eu estou errado? Será que eu aprendi errado? Ou será que meus amigos precisam de mais saúde mental?
O tempo leva tudo, e espero que leve destes a tristeza que carregam, e que melhor, o tempo lhes traga experiência. Pois a única coisa que o tempo nos trás é o melhor entendimentos das situações, dos fenômenos. Não deve haver um certo, nem um errado, mas o mesmo tempo, espero, traga alguma luz sobre qual dos caminhos é melhor a seguir.
PS.: Eu preciso descarregar alguns sentimentos, pra conseguir conviver entre os meios. Tenho precisado exercitar minha tolerância.
Nessa época, uma colega de escola arrumou um namorado, e volta e meia eu ouvia uma histórias de que ela estava sendo traída. Nessa mesma época ouvi um sábio conselho: "Não se meta". E a explicação "você conta, a pessoa vai tirar satisfação com o namorado(a), ele(a) enrola a pessoa, e no fim você que fica de mal na história." Se a pessoa corneada for do sexo oposto, é sempre por que você está fazendo intriga por que quer "pegar" esta pessoa. Se for do mesmo sexo, você quer é o corneador.
Isso todos estamos familiarizados. Mas apenas com o tempo que entendi as reais implicações disto. O apaixonado fica trouxa. Alguns mais, outros menos. Mas ficam trouxas. E nisto não vêem nem o óbvio.
Tenho alguns amigos em relacionamentos que, eu de minha visão de espectador, considero falidos. Normalmente eu sigo este conselho, sábio conselho, e fico calado. Mas ultimamente tenho visto tanto, que não consigo ficar calado. E eu me sinto mal por isso.
Já me falaram que eu só falo o que falo, por que eu falo pra essas pessoas na cara que são trouxas, que não devem aguentar certas situações, que lhes falta amor prórpio, porque eu nunca tive um grande amor. Realmente, nunca tive um grande amor arrebatador de montanhas e capaz de abrir os mares, mas eu venho pensando que, se isto que vejo nessas pessoas em particular for este amor, prefiro ficar sozinho. Por que quando ouço o "você vai se apaixonar e entender" é quase como se me desejassem um "você vai sofrer".
Onde está escrito que amor é sofrimento, excluindo claro aqueles romances românticos?
Eu não quero sofrimento pra mim. Mas algum casal não briga, perguntam-me? Sim brigam, mas uma discussão com respeito é até saudável, perdido o respeito, perdeu-se tudo.
Eu veementemente acredito que, o dia que eu perder o respeito por alguém, eu não preciso mais dessa pessoa nem pra limpar o chão onde piso.
E essa tem sido minha crise, pois eu sempre fui reservado e nunca me foi fácil demonstrar sentimentos. Será que eu estou errado? Será que eu aprendi errado? Ou será que meus amigos precisam de mais saúde mental?
O tempo leva tudo, e espero que leve destes a tristeza que carregam, e que melhor, o tempo lhes traga experiência. Pois a única coisa que o tempo nos trás é o melhor entendimentos das situações, dos fenômenos. Não deve haver um certo, nem um errado, mas o mesmo tempo, espero, traga alguma luz sobre qual dos caminhos é melhor a seguir.
PS.: Eu preciso descarregar alguns sentimentos, pra conseguir conviver entre os meios. Tenho precisado exercitar minha tolerância.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
programação
Quase seis meses da minha última postagem. Escrever é um estado de espírito. Não que eu tenha passado seis meses sem ter a vontade de escrever, ou a inspiração. As circunstancias me fizeram parar de postar.
Cheguei a esboçar alguns textos, que talvez eu termine, mas não gostei deles, não os achei dignos. Me cobrei demais e fiz de menos.
A verdade é que tenho estado chato e sem paciência. Mais que o usual.
Vi uma cena no twitter mais cedo, na verdade duas, com protagonistas diferentes. Fico pensando o quão sozinhos somos, precisamos o tempo todo ser reconhecidos pelos outros. Alguns querem mais reconhecimento, outros menos. Mas no fim é o que queremos. E cada um tenta atingir seu objetivo à sua maneira.
Quanto preciso que os outros me vejam?
Eu a partir de um comentário aqui neste blog tinha feito um pacto comigo mesmo, não fazer perguntas que não vou alcançar respostas, não me torturar com isso.
Quebrado momentaneamente o pacto, é hora de voltar ao normal.
Tenho plena consciência que esta postagem está pior que os meus rascunhos que ainda não publiquei. Mas ela é, como muitas, uma postagem pra mim, demonstrando ainda a minha dificuldade em escrever algo com sentido de uma vez.
O que vem por aí? O grande post sobre presentes, a narrativa de algumas experiências de quinta, e quem sabe o que mais.
Cheguei a esboçar alguns textos, que talvez eu termine, mas não gostei deles, não os achei dignos. Me cobrei demais e fiz de menos.
A verdade é que tenho estado chato e sem paciência. Mais que o usual.
Vi uma cena no twitter mais cedo, na verdade duas, com protagonistas diferentes. Fico pensando o quão sozinhos somos, precisamos o tempo todo ser reconhecidos pelos outros. Alguns querem mais reconhecimento, outros menos. Mas no fim é o que queremos. E cada um tenta atingir seu objetivo à sua maneira.
Quanto preciso que os outros me vejam?
Eu a partir de um comentário aqui neste blog tinha feito um pacto comigo mesmo, não fazer perguntas que não vou alcançar respostas, não me torturar com isso.
Quebrado momentaneamente o pacto, é hora de voltar ao normal.
Tenho plena consciência que esta postagem está pior que os meus rascunhos que ainda não publiquei. Mas ela é, como muitas, uma postagem pra mim, demonstrando ainda a minha dificuldade em escrever algo com sentido de uma vez.
O que vem por aí? O grande post sobre presentes, a narrativa de algumas experiências de quinta, e quem sabe o que mais.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Interseção
Interseção não é nem de longe o termo adequado para a histórias de três pessoas. Uma dotada de incrível inteligência, hoje classificada como uma inteligência lerda pelo menos até que a própria consiga dobrar a semântica e criar um novo vocábulo. A segunda, estressada, diferente dos demais, não somente pelos traços, mas também por suas opiniões. O terceiro, é difícil falar dele, digamos apenas que alguém que veio de uma pequena cidade e hoje ainda tenda achar seu lugar no mundo.
Mais difícil ainda é descrever como os acasos os juntaram. Cada um veio de um lugar diferente, com expêriencias diferentes, apenas a mesma sala de aula compartilhavam em comum. Conversas tolas,assuntos irrelevantes, longos intervalos entre aulas, trabalhos estressantes. Tudo o que contribuiu para que se conhecessem. Não sei dizer o exato momento que as coisas aconteceram, me parece que, entre uma prática de bioquímica (a ultima do ano), o trote aos recém chegados calouros e recados no orkut durante as férias, eles se notaram e se fizeram notar.
Ao final daquele semestre estava formado, talvez o trio mais ácido, mais divertido, mais falante e principalmente mais amigo estava formado. Compartilharam momentos e sentimentos, que sem hipérboles, valeram uma vida, quiçá mais de uma.
Durou relativamente pouco. Um ano juntos, talvez mais, talvez menos. O tempo não era importante. Mas o mesmo acaso os separou. Mas Fisicamente.
As vezes fui egoísta. Quando vocês partiram meninas, eu pensei "mas ao menos elas terão novas pessoas para conhecer, e eu ficarei aqui". Não um pensamento rejeitando as pessoas que aqui ficaram, mas a impressão sempre foi a de que as pessoas daqui eu já conheci, e dentre elas, elegi vocês como as minhas favoritas. A parte boa é que com isso, conheci gente que já "conhecia".
Aqueles três já brigaram, e muito. Muitas vezes de tão parecidos, veem os defeitos deles mesmos no outro, e por isso brigam. Outras vezes, somente por opiniões diferentes. Mas sempre sairam melhor das brigas do que entraram. Brigar e discutir fizeram e fazem parte do processo.
As vezes eu penso como seria, se ainda continuassem aqui meninas. O que estaríamos fazendo, e o que gostaríamos de fazer? Será que eu seria parecido com o que sou hoje? A presença física de vocês faz falta. E mudou minha forma de agir, de pensar, de falar.
As honras desta postagem vão àqueles três. Cheios de histórias para contar. Cheios de saudades uns dos outros. Cheios de vontade de se encontrar. Cheios de saudosismo com o tempo que se passou. Que se tornaram amigos, irmãos, que eram um de três. Que são a razão, a sabedoria e emoção, e que se alternam a cada momento.
sábado, 5 de junho de 2010
Personas
Um blog com uma temática inspirada em jogos eletrônicos merece uma postagem sobre o tema.
Já ri, me diverti, passei o tempo, fugi de problemas, tudo em frente a uma TV conectada a este tão interessante equipamento. Já me emocionei com a morte de Aerith, ou com a mensagem de despedida de Yuna.
Meu gosto é pelo RPGs, pelas histórias. E aí chegamos à Shin Megami Tensei: Persona 3, ou como foi lançado no Japão, simplesmente Persona 3. Além do de praxe, neste jogo você pode criar laços com os personagens, os social links. Com cada social link representando um arcano maior do tarô. O que representa o Sol é um homem “morrendo”, que visita os templos aos domingos. Em uma das conversas ele confessa não conseguir terminar de ler os livros que começa.
Bom, eu não consigo terminar muitos dos RPGs que começo. Com livros não tenho este problema, mas já perdi a conta do número de jogos que cheguei ao final, peguei as melhores armas, matei os chefões secretos, mas não vi o final.
Memento
O próximo post,
Poderia ser muita coisa. Não é.
São fragmentos, ficções, sentimentos, desilusões.
Hoje me recordei de algo há um tempo esquecido.
Do que quem sabe um dia teria sido, e me dei conta.
Entendi que hoje, não faço a menor questão de cogitar as várias possibilidades que poderiam ter se realizado.
Tornei-me inerte.
Não a vida, mas a esta lembrança.
Foste comigo frio como mármore.
Mesmo mármore com qual forjei a lápide de sua memória.
Em seu epitáfio apenas lê "Não mais aqui, seguiu adiante".
Comentários pessoais? Soou ressentido talvez. Quanto à parte real do texto não há motivações de ressentimento. Apenas um belo saudosismo.
Aí esta uma bela frase, para meu epitáfio. Mas, deixemos este assunto pra daqui a uns 100 anos.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Abismo
Uma das Raison d'etre deste blog é a de registrar, para mim, momentos que me foram marcantes (e quem sabe rir ou me lembrar com carinho daqui a algum tempo), assim como compartilhar experiências e descarregar angústias. Sim, este é um blog multitarefa.
Terça, em uma interessante discussão de metodologia científica, não sei por que cargas d'água surgiu o assunto de que alguns recentes estudos estão correlacionando o uso de inibidores da fosfodiesterase-5, como o Sildenafil (Viagra), com perda auditiva. Nisto, meu professor, de mais de 80 anos disse: "Hein?"
Tá bom, tá bom, não foi isso que ele disse! Ele falou "é uma questão de ver o que é preferível, ficar surdo ou o abismo."
Terça, em uma interessante discussão de metodologia científica, não sei por que cargas d'água surgiu o assunto de que alguns recentes estudos estão correlacionando o uso de inibidores da fosfodiesterase-5, como o Sildenafil (Viagra), com perda auditiva. Nisto, meu professor, de mais de 80 anos disse: "Hein?"
Tá bom, tá bom, não foi isso que ele disse! Ele falou "é uma questão de ver o que é preferível, ficar surdo ou o abismo."
Abismo foi uma das mais peculiares descrições que já vi para esta situação.
P.S.: Ainda não estou na fase de tão relevante dilema.
Lugar
fit1
n 1 ajustagem, adaptação, ajuste, encaixe, encaixamento, ajustamento. 2 corte, feitio, talhe, forma. • adj 1 bom, próprio, conveniente, ajustado, justo. 2 preparado, apto, digno, capaz.3 saudável: em boa condição física e mental.
Palavra interessante. Vários significados. Várias possibilidades de uso.
O post de hoje é na verdade mais um fluxo de consciência. São três e meia da madrugada, voltei do churrasco da minha turma, e acabei de chegar em casa. Não estou bêbado. Bebi pouco. Pra alguém que fica bêbado com EXTREMA facilidade, não estar nem tonto é alguma coisa.
Fui para este churrasco e voltei quase que de um universo paralelo. Ou talvez ainda esteja nele. Um universo de mim. Uma grande amiga já disse nesse blog "não se preocupe com questões intangíveis". Na verdade a questão que levantei hoje, é uma velha questão. Salvo raras exceções, locais e etc., eu acho que eu não me encaixo. Nunca me encaixei na minha turma, o que é obvio, uma vez que lá encontrei pessoas muitíssimo diferentes de mim. Gostos, maneira de pensar, de agir, ideologias, enfim, pessoas com as quais não consigo gostar, tampouco estabelecer laços. Claro, com suas exceções. Existem sim pessoas maravilhosas lá.
As vezes tenho a impressão de que a grande massa convive muito bem. Interagem entre eles em um nível que naquele meio não consigo interagir. Nem sei se quero.
Mas aí penso que o problema também está em mim. Nunca fui dos grandes grupos. Nunca fui das "panelas" populares. Nunca estive confortável entre a maioria da população.
Tenho sim minhas travas que me impedem de me socializar. Preocupo-me demais com como vou agir, como vou falar, o que pensarão de mim, o que acharão de mim. Ainda me incomoda muito a opinião alheia. Não consigo me libertar dela.
Não gosto de classificar a minha heterogeneidade como padrões de inteligencia. Ou falar que alguns são vaquinhas e outros pensantes.Sou dos pensantes, as vaquinhas me incomodam. Mas assim muitas vezes penso. Mas não acho que essa seja a única explicação. Se for, até que ponto é bom fazer parte das vaquinhas? Elas parecem felizes. Eu pareço feliz?
Quero um dia me libertar do que me restringe. Encontrar meu grupinho (que talvez já tenha encontrado) onde eu possa agir naturalmente, ser eu, e me sentir parte do todo. Acho que isso passará por várias etapas, entre elas deixar de pensar no que os outros pensam.
A verdade, é que me sinto só, por diversos motivos, muitas vezes olho e me vejo sozinho. Ao mesmo tempo que me mantenho só. Mas isso é assunto pra outra postagem. Quando falei, num pequeno post com a cena de game over de DDS, procurando meu caminho para sair das trevas para a luz, da ilusão para a verdade, ou ao menos a minha verdade, e disse querer os meus sapatos vermelhos, a mesma amiga supracitada disse que a resposta talvez fosse "there is no place like home". Quando li o comentário, pensei: mas onde é minha casa, onde é meu lar? Fisicamente, literalmente eu sei. Mas o que é o que eu chamo de lar? Pode parecer idiota, mas nem para esta pergunta eu tenho uma resposta concreta, com certeza.
Este post é dedicado aos que não se encaixam. Aos que não são os clichês da sociedade, e que já cogitaram a idéia de que se fossem, talvez a vida fosse mais simples, mas sabem que não viveriam bem consigo mesmos se fossem diferentes. Este post provavelmente é confuso. Eu não o revisei, escrevi e publiquei. Lerei e reverei o que escrevi em algum tempo. É um post de dúvidas, na esperança de que das dúvidas surjam hipóteses, que possam ser testadas em busca de uma resposta, ou verdade.
Todas os comentários serão MUITO bem vindos.
PS.: Hoje minha nova definição de rezar é abrir o seu coração. Espero com este blog estar abrindo meu coração, e rezando assim para melhores dias para mim e meus leitores.
Edit: 27/05/09
Coincidência bizarra, esse foi o quadragésimo quarto post. Número da minha turma, cujo churrasco foi a inspiração para este texto...
n 1 ajustagem, adaptação, ajuste, encaixe, encaixamento, ajustamento. 2 corte, feitio, talhe, forma. • adj 1 bom, próprio, conveniente, ajustado, justo. 2 preparado, apto, digno, capaz.3 saudável: em boa condição física e mental.
Palavra interessante. Vários significados. Várias possibilidades de uso.
O post de hoje é na verdade mais um fluxo de consciência. São três e meia da madrugada, voltei do churrasco da minha turma, e acabei de chegar em casa. Não estou bêbado. Bebi pouco. Pra alguém que fica bêbado com EXTREMA facilidade, não estar nem tonto é alguma coisa.
Fui para este churrasco e voltei quase que de um universo paralelo. Ou talvez ainda esteja nele. Um universo de mim. Uma grande amiga já disse nesse blog "não se preocupe com questões intangíveis". Na verdade a questão que levantei hoje, é uma velha questão. Salvo raras exceções, locais e etc., eu acho que eu não me encaixo. Nunca me encaixei na minha turma, o que é obvio, uma vez que lá encontrei pessoas muitíssimo diferentes de mim. Gostos, maneira de pensar, de agir, ideologias, enfim, pessoas com as quais não consigo gostar, tampouco estabelecer laços. Claro, com suas exceções. Existem sim pessoas maravilhosas lá.
As vezes tenho a impressão de que a grande massa convive muito bem. Interagem entre eles em um nível que naquele meio não consigo interagir. Nem sei se quero.
Mas aí penso que o problema também está em mim. Nunca fui dos grandes grupos. Nunca fui das "panelas" populares. Nunca estive confortável entre a maioria da população.
Tenho sim minhas travas que me impedem de me socializar. Preocupo-me demais com como vou agir, como vou falar, o que pensarão de mim, o que acharão de mim. Ainda me incomoda muito a opinião alheia. Não consigo me libertar dela.
Não gosto de classificar a minha heterogeneidade como padrões de inteligencia. Ou falar que alguns são vaquinhas e outros pensantes.Sou dos pensantes, as vaquinhas me incomodam. Mas assim muitas vezes penso. Mas não acho que essa seja a única explicação. Se for, até que ponto é bom fazer parte das vaquinhas? Elas parecem felizes. Eu pareço feliz?
Quero um dia me libertar do que me restringe. Encontrar meu grupinho (que talvez já tenha encontrado) onde eu possa agir naturalmente, ser eu, e me sentir parte do todo. Acho que isso passará por várias etapas, entre elas deixar de pensar no que os outros pensam.
A verdade, é que me sinto só, por diversos motivos, muitas vezes olho e me vejo sozinho. Ao mesmo tempo que me mantenho só. Mas isso é assunto pra outra postagem. Quando falei, num pequeno post com a cena de game over de DDS, procurando meu caminho para sair das trevas para a luz, da ilusão para a verdade, ou ao menos a minha verdade, e disse querer os meus sapatos vermelhos, a mesma amiga supracitada disse que a resposta talvez fosse "there is no place like home". Quando li o comentário, pensei: mas onde é minha casa, onde é meu lar? Fisicamente, literalmente eu sei. Mas o que é o que eu chamo de lar? Pode parecer idiota, mas nem para esta pergunta eu tenho uma resposta concreta, com certeza.
Este post é dedicado aos que não se encaixam. Aos que não são os clichês da sociedade, e que já cogitaram a idéia de que se fossem, talvez a vida fosse mais simples, mas sabem que não viveriam bem consigo mesmos se fossem diferentes. Este post provavelmente é confuso. Eu não o revisei, escrevi e publiquei. Lerei e reverei o que escrevi em algum tempo. É um post de dúvidas, na esperança de que das dúvidas surjam hipóteses, que possam ser testadas em busca de uma resposta, ou verdade.
Todas os comentários serão MUITO bem vindos.
PS.: Hoje minha nova definição de rezar é abrir o seu coração. Espero com este blog estar abrindo meu coração, e rezando assim para melhores dias para mim e meus leitores.
Edit: 27/05/09
Coincidência bizarra, esse foi o quadragésimo quarto post. Número da minha turma, cujo churrasco foi a inspiração para este texto...
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Constipação
ESTE POST É PÉSSIMO E O AUTOR SE ENVERGONHA DE UM DIA TÊ-LO FEITO.
SEM MAIS
terça-feira, 18 de maio de 2010
Loiro
Post curto, rápido. Escolhida a minha foto de criança para o convite da formatura.
SIM, já fui loiro!!!
Fica a foto.
SIM, já fui loiro!!!
Fica a foto.
Sorriso
Não sei se este post é para o contexto deste blog.
Não foi uma vez que me foi dito isso, mas algumas. Depois que eu beijo, eu sorrio, e as pessoas perguntam "o que foi?", "o que é?", "por que o sorriso?". E acho que me dei conta que sorrio por que eu gosto. É quase um sorriso reflexo medular. Eu nem percebo, conscientemente que estou sorrindo, até que falam.
Já sim transei por transar, já sim considerei este ou aquele beijo não satisfatório. Mas já tive beijos satisfatórios em que depois não sorri, e beijos não satisfatórios em que depois sorri. Não é uma questão do beijo, ou do ato em sim. Acho que é mais da pessoa com quem estou, do momento que estou curtindo. Não é algo que aconteça numa fast foda.
Eu acabo sempre transando com sentimento. O que não quer dizer que só o faço apaixonado ou algo do gênero. Não. Mas eu normalmente coloco sentimento, nada meloso, ou alguns diriam EMOtivo. Apenas o sentimento de quem está curtindo o momento, sei lá. Difícil definir.
Não gosto de ser um objeto, não gosto de ser mais um. Gosto de deixar minha marca. Seria essa uma forma de fazê-lo? Não acho.
É uma característica minha. Mas penso que também por isso, acabo não sendo a pessoa que mais tem sexo no mundo. Eu seleciono, escolho, tenho meus padrões. Se eu escolhi ir para a cama (se bem que pode-se transar fora dela) com alguém, é por que algo me interessou, me instigou. Algum atributo físico ou psicológico.
No fim, gosto de sorrir. Gosto de beijar. E como pessoa teatral e hiperbólica que sou, gosto de me expressar corporalmente.
Um brinde à minha volta às postagens, e à reflexão de um tema não tão relevante.
Não foi uma vez que me foi dito isso, mas algumas. Depois que eu beijo, eu sorrio, e as pessoas perguntam "o que foi?", "o que é?", "por que o sorriso?". E acho que me dei conta que sorrio por que eu gosto. É quase um sorriso reflexo medular. Eu nem percebo, conscientemente que estou sorrindo, até que falam.
Já sim transei por transar, já sim considerei este ou aquele beijo não satisfatório. Mas já tive beijos satisfatórios em que depois não sorri, e beijos não satisfatórios em que depois sorri. Não é uma questão do beijo, ou do ato em sim. Acho que é mais da pessoa com quem estou, do momento que estou curtindo. Não é algo que aconteça numa fast foda.
Eu acabo sempre transando com sentimento. O que não quer dizer que só o faço apaixonado ou algo do gênero. Não. Mas eu normalmente coloco sentimento, nada meloso, ou alguns diriam EMOtivo. Apenas o sentimento de quem está curtindo o momento, sei lá. Difícil definir.
Não gosto de ser um objeto, não gosto de ser mais um. Gosto de deixar minha marca. Seria essa uma forma de fazê-lo? Não acho.
É uma característica minha. Mas penso que também por isso, acabo não sendo a pessoa que mais tem sexo no mundo. Eu seleciono, escolho, tenho meus padrões. Se eu escolhi ir para a cama (se bem que pode-se transar fora dela) com alguém, é por que algo me interessou, me instigou. Algum atributo físico ou psicológico.
No fim, gosto de sorrir. Gosto de beijar. E como pessoa teatral e hiperbólica que sou, gosto de me expressar corporalmente.
Um brinde à minha volta às postagens, e à reflexão de um tema não tão relevante.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Pausa
MUITA coisa acontecendo. A pausa de uns dias e de mais uns dias será necessária.
Infelizmente, muito do que tem acontecido não tem sido bom.
Espero que as coisas melhorem, em todos os aspectos.
Infelizmente, muito do que tem acontecido não tem sido bom.
Espero que as coisas melhorem, em todos os aspectos.
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